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Pedro Prudente Mestre de cerimônias

Mestre de cerimônias para eventos corporativos em São Paulo

Sua confraternização não precisa ter aquele silêncio constrangedor entre um discurso e outro.

Pedro Prudente, comediante e mestre de cerimônias para eventos corporativos em São Paulo, com um microfone apoiado no ombro
+15 mil shows pelo Brasil inteiro

Eu conduzo o evento inteiro: abertura, transições, premiação e encerramento. E faço a sua plateia rir de verdade. Não é meia hora de show no meio da noite, é alguém segurando o ritmo do começo ao fim.

845 mil pessoas acompanham o meu humor todo dia vídeos com mais de 1 milhão de visualizações

O que costuma acontecer

Todo mundo já foi num evento assim

Não é falta de orçamento nem de boa vontade. É que ninguém foi contratado para segurar a plateia entre uma coisa e outra.

O silêncio entre um discurso e outro

O microfone passa de mão em mão e sobra aquele intervalo em que ninguém sabe se pode aplaudir, se pode sair da mesa ou se o evento já acabou.

Metade do salão no celular

Ninguém está sendo mal-educado. O evento é que perdeu o ritmo, e quando a plateia dispersa, é muito difícil trazer de volta.

O CEO falando sozinho por 20 minutos

Sem alguém para preparar a plateia antes e devolver o clima depois, até o melhor discurso do ano vira monólogo em sala fria.

A condução completa

O que eu faço no seu evento

Eu não vendo 20 ou 30 minutos de stand-up avulso no meio da programação. Eu assumo a condução do evento inteiro, do primeiro “boa noite” ao último aplauso. Esse é o ponto: o humor não é um bloco isolado, é a liga que segura a noite de pé.

01

Abertura

Esquento a plateia antes de qualquer fala oficial e contextualizo o motivo de todo mundo estar ali. Quando o primeiro discurso começa, a sala já está aquecida, e não é o diretor quem tem que quebrar o gelo.

02

Transições

É aqui que a maioria dos eventos morre. Eu seguro o ritmo entre palestrantes, blocos, vídeos e intervalos, sem tempo morto, sem “já pode ir jantar?”, sem aquele vácuo de dois minutos com a plateia olhando para o teto.

03

Premiação

Chamo cada nome com energia, comento com humor e devolvo a atenção da plateia a cada subida ao palco, sem constranger ninguém, sem piada às custas de quem está sendo homenageado.

04

Encerramento

Fecho a noite com uma mensagem que fica. As pessoas saem lembrando do que a empresa quis dizer, e não só de que a comida estava boa.

Prova pública

A prova de que eu sou engraçado está na rua

Eu faço um desconhecido na rua rir em 30 segundos, sem contexto e sem apresentação. Imagina conduzindo gente que já trabalha junta há anos.

1.683.468

visualizações em um vídeo

Uma abordagem de rua, uma pessoa que nunca me viu antes, e um milhão e meio de pessoas assistindo à reação dela.

1,48M

visualizações em um vídeo

Humor que funciona sem roteiro combinado. É exatamente o que segura uma plateia corporativa quando o cronograma escorrega.

1,15M

visualizações em um vídeo

Não é sorte de um vídeo só. É repetição, o que também significa previsibilidade para quem está contratando.

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Pedro Prudente, comediante e mestre de cerimônias, fora do palco

Quem sou eu

Pedro Prudente

Faço comédia há mais de dez anos e já passei de quinze mil shows em todo o território brasileiro: de casa de stand-up lotada a palco de festival, de teatro municipal a salão de hotel com trezentos crachás na plateia.

Foi nesse caminho que descobri o que faço de melhor: ler a sala. Perceber quando o clima esfriou, quando o cronograma atrasou, quando a diretoria está mais fechada, e ajustar o tom sem perder a graça. É por isso que hoje trabalho como mestre de cerimônias para eventos corporativos: não é só ser engraçado, é saber onde a piada cabe.

Eu não chego com um texto pronto que já usei em outras dez empresas. Eu chego com o texto da sua empresa, com as siglas que só vocês entendem, as histórias internas e a piada que só faz sentido para quem trabalha aí.

Por ocasião

Cada evento tem um jeito de dar errado

Um mestre de cerimônias para eventos corporativos não trata todos eles igual. O que faz uma confraternização funcionar não é o que salva uma SIPAT.

Confraternização de fim de ano

O evento que deveria unir o time e acaba burocrático: fala da diretoria, foto oficial, jantar e todo mundo indo embora às nove e meia. Como atração para confraternização de fim de ano, eu costuro a noite inteira com humor para que ela pareça uma comemoração de verdade, e não uma reunião com bufê.

Aniversário de empresa

É uma data que a empresa levou anos construindo e que quase sempre vira discurso de acionista. Eu conto essa história do jeito que as pessoas que estiveram lá contariam: com graça, com nome próprio e com orgulho, sem soar relatório anual lido em voz alta.

Convenção de vendas e kickoff

Metas novas, ano novo, e o risco de tudo soar palestra motivacional batida. Como atração para convenção de vendas, eu entro entre os blocos para manter a energia alta do primeiro slide ao último, sem deixar o time desligar no meio da tarde.

SIPAT

A semana que todo mundo evita e que o RH precisa preencher. Ao contratar um humorista para a SIPAT, o tema continua sendo segurança do trabalho, só que com uma sala cheia, acordada e prestando atenção, o que é exatamente o objetivo da semana.

Falar sobre o meu evento

Como funciona

Do primeiro contato ao dia do evento

  1. 1

    Briefing com a sua equipe

    Uma conversa curta: o que é o evento, quem estará na plateia, quanto tempo tem cada bloco e o que não pode faltar. É onde eu descubro o que a empresa quer que fique na cabeça de quem sair de lá.

  2. 2

    Roteiro personalizado para o seu setor

    Monto o texto sob medida: as manias do setor, os nomes que todo mundo conhece, as piadas internas que ninguém de fora entenderia. É o oposto de show padrão: nada do que eu falo no seu evento serviria para outra empresa.

  3. 3

    Eu cuido da condução

    No dia, eu assumo o microfone e o ritmo: abertura, transições, chamadas, premiação e encerramento. Quebro o gelo com a plateia e conduzo a noite do jeito que ela tem que ser conduzida.

  4. 4

    Você só aproveita

    Quem organizou o evento passa o ano inteiro trabalhando nele e nunca consegue assistir. Nesse, dá para sentar e aproveitar: o palco está coberto.

As perguntas que o RH sempre faz

“Vai ter palavrão?”

Só se a empresa quiser. Eu ajusto o nível antes do evento e cumpro à risca: tenho versão para plateia solta e versão para plateia com cliente na mesa.

“E se a diretoria for mais conservadora?”

Aí a graça vem de outro lugar: do cotidiano da empresa, não do choque. Sou muito versátil e leio a sala em tempo real. Se o clima pede mais contenção, eu recuo sem perder o ritmo.

“Você personaliza para o nosso setor?”

Sempre. Monto texto sob medida para qualquer tema que a empresa precise: indústria, tecnologia, saúde, varejo, logística. É justamente aí que o evento deixa de parecer genérico.

“E se o cronograma atrasar?”

É para isso que serve ter um mestre de cerimônias no palco. Atrasou o palestrante, travou o vídeo, a premiação demorou? Eu seguro a plateia e encaixo tudo de volta, sem ninguém perceber que o roteiro mudou.

Nos bastidores

Eventos corporativos, de dia e de noite

Convenção, treinamento, confraternização: registros reais de palco, sempre com a plateia por perto.

Pedro Prudente no palco durante um evento corporativo à noite, microfone em mãos e a plateia sentada às mesas em primeiro plano
Conduzindo a noite, microfone em punho e a plateia logo ali na frente
Visão ampla do salão do mesmo evento corporativo, com centenas de convidados nas mesas
O mesmo evento, visto do fundo do salão
Pedro Prudente apresentando de dia para uma plateia sentada, em um treinamento corporativo
Também de dia, comandando a atenção da plateia inteira
Pedro Prudente posando ao lado do backdrop oficial da Convenção Pró Futuro
No palco da Convenção Pró Futuro

Credenciais

Estrada, não sorte

+10 anos

de comédia, sem parar de subir no palco

+15 mil

shows realizados em todo o território brasileiro

Festivais

participação nos maiores festivais de comédia do Brasil

Corporativo

especialista em eventos de empresa e mestre de cerimônias

Sob medida

extremamente versátil: monto texto para qualquer tema que a empresa precise

Perguntas frequentes

O que costumam me perguntar antes de fechar

O valor varia conforme a duração, o formato do evento e a cidade. Conduzir uma noite inteira é diferente de abrir uma manhã de convenção. Fale comigo pelo WhatsApp com a data e o formato em mente e eu monto um orçamento sob medida, sem compromisso.

Depende do que você contrata. Como mestre de cerimônias, eu fico com você do início ao fim do evento, normalmente de três a quatro horas, distribuídas entre abertura, transições, premiação e encerramento. Se a ideia for um bloco fechado de stand-up, aí falamos de 30 a 60 minutos dentro da programação.

Atendo. São Paulo é a base, mas os mais de quinze mil shows não foram todos aqui: rodo o Brasil inteiro há mais de dez anos. Para eventos fora da capital, deslocamento e hospedagem entram no orçamento de forma transparente, combinados antes de qualquer confirmação.

Quanto antes, melhor, e por um motivo prático: a personalização do roteiro leva tempo de conversa com a sua equipe. As SIPATs costumam fechar com cerca de 60 dias de antecedência, e dezembro lota rápido: as datas de confraternização de fim de ano geralmente somem entre setembro e outubro. Se a sua data já está definida, vale falar comigo agora mesmo que a agenda ainda não fechou.

Faço, e é o formato que costuma render mais. Eu conduzo a noite toda e, num ponto combinado do cronograma, entro com um bloco de stand-up já com a plateia aquecida por mim mesmo. Isso funciona muito melhor do que um comediante subindo frio no meio do evento.

Vamos conversar

Me conta como é o seu evento

Preencha os campos ao lado e eu recebo tudo organizado no WhatsApp: data, formato, público e o que você precisa. Respondo pessoalmente com uma proposta sob medida.

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